domingo, 10 de dezembro de 2017

Morreu a grande atriz Eva Todor (1919-2017)



Morre aos 98 anos a atriz Eva Todor
Ela sofria de Mal de Parkinson e morreu em decorrência de uma pneumonia.

Morreu em casa às 8h50 deste domingo (10) a atriz Eva Todor, aos 98 anos. A causa da morte foi pneumonia. A atriz será cremada, e o velório será realizado na segunda-feira (11), das 9h às 11h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Com mais de 80 anos de carreira no teatro e na TV, Eva sofria de Mal de Parkinson e Alzheimer, além de problemas cardíacos, e vivia reclusa em sua casa, na Zona Sul do Rio. Seu último trabalho na TV foi na novela "Salve Jorge", de 2012.
Eva estava em internação domiciliar (home care) desde o dia 9 de setembro deste ano. Antes, a atriz havia sido internada na Casa de Saúde São José, na Zona Sul do Rio. Ela era viúva e não tinha filhos.
Carreira
Antes de ganhar as TVs do país, Eva Fódor Nolding brilhou no teatro nos anos 1930, quando começou a fazer sucesso no teatro. Nessa época adotou Todor, uma versão aportuguesada de seu sobrenome.
A atriz estreou no cinema na década de 60, em “Os Dois Ladrões”, de Carlos Manga, quando atuou ao lado de Oscarito. No ano seguinte, foi contratada pela TV Tupi.
Ao longo da carreira, Eva Todor chegou a fazer papéis dramáticos, mas brilhou mesmo nas comédias, gênero no qual se consagrou. Ela estreou na TV Globo em 1977, na novela Locomotivas, de Cassiano Gabus Mendes.
A partir daí, o nome de Eva Todor passou a ser uma constante na teledramaturgia. Ela fez Coração Alado (1980), Sétimo Sentido (1982), O Outro (1987), Top Model (1989), Brava Gente, Malhação (1995), Hilda Furacão (1998), O Cravo e a Rosa (2000), Sob Nova Direção, A Diarista (2004), América (2005), Casos e Acasos (2008), Caminho das Índias (2009) e Salve Jorge (2012).
Em depoimento ao site Memória Globo, a atriz fez um balanço extremamente positivo da própria carreira:
“Posso ser vaidosa? Pretensiosa? Avalio minha carreira brilhante: longa, sem tropeços, sem desastre, contínua, respeitada, com prestígio aqui e além-mar", disse.
"Estive três vezes com a minha companhia, por conta própria, na Europa. Uma vez eu fiz uma temporada em Lisboa de 11 meses. Levei minha companhia para a África. Tudo o que eu tenho, conquistei com teatro e ajudada pela televisão. Viajei há pouco tempo para a Argentina, e fui numa casa de tango. Quando entrei, recebi uma salva de palmas – só tinha brasileiro", continuou.
"Minha vida foi tranquila, limpa, muito transparente em todos os sentidos. Peço licença para ser pretensiosa, mas podem verificar, podem pesquisar, e vão saber que estou falando a verdade”, destacou Eva.
Da Hungria para o Brasil
Eva era húngara e nasceu em 9 de novembro de 1919. Sua mãe era designer de moda e seu pai era comerciante de tecidos finos. Todos eram muito ligados em arte e, por isso, matricularam a menina, ainda com 4 anos, na Ópera Real da Hungria, onde ela aprendeu a dançar balé clássico.
A família imigrou para o Brasil, fugindo das dificuldades pelas quais passava a Europa pós-guerra. Aqui, Eva continuou as aulas de balé e aos 9 anos já havia se apresentado em espetáculo de dança solo, acompanhada de um pianista, no Teatro Municipal de São Paulo.



segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Doris Monteiro - Doris (1959)

Dóris Monteiro - LP 1970 - Album Completo/Full Album

Dóris Monteiro - LP 1970 - Album Completo/Full Album

1959 - Moacir Franco - Me dá um Dinheiro Ai

Doris Monteiro - LP 1971 - Album Completo/Full Album





Cantora predileta do Dr. Assis Chateaubriand. 
Adelina Dóris Monteiro (Rio de Janeiro, 23 de
outubro de 1934) é uma cantora e atriz brasileira
Em 1949 foi revelada como cantor
a no programa Papel Carbono, de Renato Murce, na
rádio Nacional do Rio de Janeiro. Em 1951 era estudante do Colégio Pedro II,
foi convidada para cantar na rádio Guanabara. Na rádio Tupi ficou durante oito
anos.
Cantou na boate do Copacabana Palace Hotel. Fez
sua primeira gravação
Se você se importasse, em 78rpm. Em 1952 foi
eleita Rainha dos Cadetes, neste ano gravou Fecho meus olhos, vejo você, de
José Maria de Abreu.
Gravou o primeiro long-play em 1954 - Vento
soprando pela gravadora Continental; músicas que se destacaram Graças a Deus
(Fernando César) e Joga a rede no mar (Fernando César/Nazareno de Brito).
Foi uma das estrelas da TV Tupi em 1955,
apresentando um programa que levava seu nome.
Em 1956 grava Mocinho Bonito, de Billy Blanco -
uma das músicas mais marcantes do seu repertório.
Eleita Rainha do Rádio.2002 - Sala Baden Powell -
da série Na hora do chá, da RioArte. 2003 - Centro Cultural Banco do Brasil -
cantou sucessos dos anos 1950.
Uma delas foi Palhaçada de Luiz Reis e Haroldo
Barbosa. 2004 - comemoração dos seus 70 anos - presenteada pelas gravadoras
Universal e EMI com relançamento em compact disc de doze dos seus melhores long-plays.

Ela era lindíssima...ia a praia em frente a
Rua Duvivier e eu morava na esquina da rua com Avenida Atlântica.
Ela deslumbrava os imaginários dos homens e porque
não das mulheres
 – minha mãe tinha ciúmes dela
kkkkkkkkkkkkkk



sexta-feira, 30 de junho de 2017

Porque a História dos Bondes será aqui citada?


Porque o Bonde era o veículo dos foliões no Carnaval carioca, bem como era dos sambistas que iam e viam dos subúrbios para o centro da cidade, em especial para o Bar da Galeria Cruzeiro, no térreo do Hotel Avenida, na Avenida Central, atual Av. Rio Branco, para tomar o chopinho nosso de cada dia.
Assim está escrito em Rio de Janeiro Aqui:
Hotel Avenida - Rio Antigo
“O Hotel Avenida pertenceu à Companhia Ferro-Carril do Jardim Botânico-CFCJB, ou seja, uma companhia de Bondes, que fornecia transporte urbano no Rio de Janeiro. Nas fotos pode-se ver um bonde chegando à um dos terminais que ficava à frente do hotel. ”
“ No térreo do edifício do Hotel Avenida ficava a estação de passagem dos bondes da Companhia Ferro-Carril do Jardim Botânico, que se dirigiam à Zona Sul do Rio de Janeiro. No mesmo local, em frente aos bondes, ficava a famosa Galeria Cruzeiro, com muitos bares e restaurantes em parte do pavimento térreo do Hotel Avenida. ”
“As lojas, bares e restaurantes circundava o pavimento térreo com frente tanto para o Largo da Carioca como também para as ruas laterais. A galeria tinha o nome de "cruzeiro" devido a ter duas passagens ou galerias que se encontravam, em forma de cruz. ”
“ O Hotel Avenida foi personagem de uma época de brilho e glamour do Rio de Janeiro da Belle Époque. Construído em 1910 na recém-inaugurada Avenida Central, atual Av. Rio Branco, ao estilo de Paris, brilhou no cenário do centro da Cidade até 1957, quando foi demolido para dar lugar à construção do Edifício Central. ”
Ouvi, uma vez do próprio Mario Lago que ele frequentava muito a Galeria Cruzeiro.
Soube por Aracy de Almeida, carioca do bairro de Encantado, que Noel Rosa, Poeta da Vila, de Vila Isabel, também, era frequentador.
Não vi, mas soube que “ Pixinguinha tocava no bar da Galeria Cruzeiro”.
Os velhos sambistas iam de Bonde para o Café Nice, um café-bar estabelecido na Avenida Central, a nossa Rio Branco, no número 174, onde, também, pontificavam Noel Rosa, Mario Lago, Wilson Batista ( autor do Livro  "Café Nice" um livro de memórias jamais terminado),  Erasmo Silva, Patrício Teixeira , Pixinguinha, Donga, João de Barro, Almirante, Ataulfo Alves, Orlando Silva  entre outros, sendo assim um grande “ ponto de encontro maravilhoso, que teve uma representatividade muito grande na história do Rio de Janeiro, para a boemia”.
A pé ou de Bonde esses memoráveis iam aos Cabarés da Lapa, e o Rio de Janeiro vivia a sua a Áurea, quando o Balneário de Luxo brilhava, resplandecia, não só por ser a Capital Federal da Republica dos Estados Unidos do Brasil, mais porque nela, a Cidade Maravilhosa, se fazia Cultura, principalmente a Cultura do Samba.
Wilson Batista e Ataulfo Alves compuseram o samba “O Bonde São Januário” cuja letra é:
 
É quem tem razão
Eu digo
E não tenho medo
De errar
Quem trabalha...
O Bonde São Januário
Leva mais um operário
Sou eu
Que vou trabalhar
O Bonde São Januário...
Antigamente
Eu não tinha juízo
Mas hoje
Eu penso melhor
No futuro
Graças a Deus
Sou feliz
Vivo muito bem
A boemia
Não dá camisa
A ninguém
Passe bem!

É como eu afirmo o BONDE estava sempre presente na vida dos velhos sambistas...
E vamos nos...

Vamos que vamos...

terça-feira, 7 de março de 2017

Paulo Barros troca a Portela por Vila Isabel- POR RAFAEL GALDO 07/03/2017 4:30

Escola de Madureira busca novo carnavalesco. Rosa Magalhães está cotada
RIO - O casamento rendeu frutos, mas durou pouco.
Nesta segunda-feira, o carnavalesco Paulo Barros anunciou sua saída da Portela, cinco dias depois de a escola ter conquistado seu 22º título, pondo fim a um jejum de 33 anos.
E, mal ele tinha oficializado sua despedida de Oswaldo Cruz e Madureira, já se sabia o novo destino do artista: a Unidos de Vila Isabel, por onde Barros passou em 2009.
A troca de uma azul e branco pela outra se deu em circunstâncias específicas. A escola do bairro de Noel, depois de um 10º lugar este ano, iniciou um processo de restruturação, com a participação de Luís Macedo Guimarães Gomes, o Luizinho Guimarães, na comissão de carnaval da agremiação.
O jovem, de 19 anos, é o filho caçula do bicheiro Aílton Guimarães Jorge, o Capitão Guimarães, ex-presidente da Vila e da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa).
Antes do carnaval deste ano, Luizinho, que é estudante de direito, declarou que sonha, no futuro, presidir a agremiação, comandada desde o ano passado por Levi Júnior.
Na internet, horas depois da reunião de Paulo Barros com os dirigentes da Portela para comunicar sua saída, já circulavam fotos dele ao lado de Luizinho Guimarães.
Além de Paulo Barros, na semana passada, a escola já tinha contratado Ricardo Fernandes para sua comissão de carnaval. Ricardo já trabalhou com o carnavalesco campeão quando ele trabalhou para a Unidos da Tijuca.
Em seu perfil no Instagram, Paulo Barros publicou uma carta que dedicou aos portelenses, após dois anos na escola. No texto - entregue ao presidente Luís Carlos Magalhães -, ele diz ter realizado um sonho de criança na Portela.
"Ao contrário das previsões, especulações e expectativas negativas, meu encontro foi com uma escola cheia de alegria, força e vida. Uma Portela moderna e jovem que, para mim, se revelou fascinante, sedutora, apaixonante! (...) A despedida é sempre muito difícil, principalmente quando deixamos a razão ser contaminada pela paixão", disse, encerrando com "até um dia".
Sem Paulo Barros, a atual campeã já começou a buscar carnavalescos para substituí-lo. Entre os mais cotados estariam Rosa Magalhães, atualmente na São Clemente, e a dupla Renato e Márcia Lage, que assinaram o carnaval do Salgueiro.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/paulo-barros-troca-portela-por-vila-isabel-21022332#ixzz4adW9akbf
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segunda-feira, 6 de março de 2017

Pierrot apaixonado



O Pierrot (ou Pierrô) é uma personagem da Commedia dell'Arte, uma variação francesa do Pedrolino italiano. O seu caráter é aquele de um palhaço triste, apaixonado pela Colombina, que inevitavelmente lhe parte o coração e o deixa pelo Arlequim, mas depois Colombina descobre o amor de Pierrot por ela, despede-se de Arlequim e reencontra Pierrot com quem passa a viver junto em um relacionamento com muita felicidade. É normalmente representado a usar roupas largas e brancas, por vezes metade pretas, rosto branco e uma lágrima desenhada abaixo dos olhos. A característica principal do seu comportamento é a sua ingenuidade, e é visto como um bobo, sendo sempre o alvo de partidas, mas mesmo assim continua a confiar nas pessoas. Pierrot também é apresentado como sendo lunático, distante e inconsciente da realidade. O feminino é pierrete.

Zacarias do Rego Monteiro, experto em carnaval e relações públicas de uma famosa joelheira no Rio, se fantasiava sempre de Pierrot, ou Pierrô, e aqui está ele em uma de suas versões que apresentou no Baile de Gala do Teatro Municipal do Rio de janeiro. 


Dona Regina Navarro Lins uma senhora que não gosta das marchinhas carnavalescas, que pena.


Patrulhamento no carnaval de 2017
Essa senhora líder dos politicamente corretos, dos amantes do socialismo democrático, dos defensores do chamado ‘ carnaval democrático”, sempre em destaque na “ emissora que nunca desliga”, está patrulhando a moda de Stalin quem gosta dos velhos sambas e das marchinhas carnavalescas que ela considera politicamente incorretas. Quem não gosta delas que não cantem, mas não “patrulhem stalinisticamente" quem gosta, como eu.




Que pena

http://g1.globo.com/globo-news/globo-news-em-pauta/videos/v/marchinhas-de-carnaval-podem-contribuir-para-manter-preconceitos/5681392/ 

Patrulhamento ideológico no carnaval de 2017 e a “ emissora que nunca desliga”.


Os politicamente corretos, os amantes do socialismo democrático, os defensores do chamado ‘ carnaval democrático”, apoiados pela “ emissora que nunca desliga”, estão patrulhando a moda de Stalin quem gosta dos velhos sambas e das marchinhas carnavalescas que eles consideram politicamente incorretas. Quem não gosta delas que não cantem, mas não “patrulhem stalinisticamente" quem gosta, como eu.



Noel Rosa - O Orvalho vem Caindo

Noel Rosa - Pierrot Apaixonado (Joel e Gaúcho)



Pierrot Apaixonado
Noel Rosa

Um pierrô apaixonado
Que vivia só cantando
Por causa de uma colombina
Acabou chorando, acabou chorando

A colombina entrou num butiquim
Bebeu, bebeu, saiu assim, assim

Dizendo: pierrô cacete
Vai tomar sorvete com o arlequim

Um grande amor tem sempre um triste fim
Com o pierrô aconteceu assim
Levando esse grande chute

Foi tomar vermute com amendoim

Bola-Preta de saudosa memória -1960


Monteiro Lobato na Estação Primeira de Mangueira quando não era desafetos dos politicamente-corretos.


Jamelão e as pastoras da Mangueira no velho carnaval socializado do RJ


Lamartine Babo o desafeto dos politicamente corretos apoiados pela “Emissora que nunca Desliga”.



 Nesse Carnaval de 2017 os politicamente -corretos, apoiados pela “Emissora que nunca Desliga”, principalmente um produtor que se adonou do carnaval paulista, declararam guerra ao samba e as marchinhas carnavalescas, principalmente e celebre “ O teu Cabelo não Nega” composta por Lamartine Babo e pelos Irmãos Valença já que a consideram um atentado a mulher negra, ou seja, politicamente incorreta.
Eu, velho carnavalesco, amante do samba, cantor das marchinhas, me rebelei, por isso copiei os dados que estão no verbete de “seu” Lalá do Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira e agora público com muito amor e orgulho deste carioca da gema.
Jorge Eduardo

O teu cabelo não nega, mulata
Porque és mulata na cor
Mas como a cor não pega, mulata
Mulata, eu quero o teu amor

O teu cabelo não nega, mulata
Porque és mulata na cor
Mas como a cor não pega, mulata
Mulata, eu quero o teu amor

Tens um sabor bem do Brasil
Tens a alma cor de anil
Mulata, mulatinha, meu amor
Fui nomeado teu tenente interventor

O teu cabelo não nega, mulata
Porque és mulata na cor
Mas como a cor não pega, mulata
Mulata, eu quero o teu amor

Quem te inventou, meu pancadão
Teve uma consagração
A lua te invejando faz careta
Porque, mulata, tu não és deste planeta

Quando, meu bem, vieste à Terra
Portugal declarou guerra
A concorrência, então, foi colossal
Vasco da Gama contra o batalhão naval




Lamartine Babo, ficou também conhecido pelo apelido de "Lalá".
Lamartine de Azeredo Babo
Nasceu em 10/1/1904 no Rio de Janeiro, RJ
Faleceu em 16/6/1963 no Rio de Janeiro, RJ
Compositor. Revistógrafo. Humorista. Radialista. Produtor. 
Filho de Leopoldo de Azeredo Babo e Bernardina Gonçalves Babo. 
Nasceu na Rua Teófilo Otoni, no centro da cidade, numa época em que era hábito das famílias de classe média morar nessa região. 
Com a abertura da Avenida Central, atual Rio Branco, acabaram se mudando para a Tijuca.
Sua família era extremamente musical.
Sua mãe e irmãs tocavam piano e sua casa era frequentada por músicos como Ernesto Nazareth e Catulo da Paixão Cearense.
 Cursou o primário em uma escola pública, e em 1915, foi matriculado no Colégio São Bento, onde cursou o ginásio.
 Ainda na época do São Bento, compôs um foxtrote, "Pindorama", um desafio de fazer música usando apenas as notas sol, dó, mi. 
Por essa época, venceu concurso escolar com a poesia "O frade que pedia esmola”.
 Em 1917, fez sua primeira valsa, "Torturas de amor", em homenagem a seu pai que faleceria neste mesmo ano. 
No ano de 1919, compôs "Ave-Maria", feita exclusivamente para seu casamento, o que nunca se realizou, pois casou-se, posteriormente, apenas em cerimônia civil, portanto não solene, com Maria José Babo, com quem não teve filhos.
Fez ainda outras músicas religiosas, inclusive o "Hino do Jubileu episcopal".
Concluído o ginásio, ingressou no Colégio Pedro II, onde se bacharelou em letras. 
Em 1920, desejou cursar a Escola Politécnica, mas foi impedido pelas circunstâncias - dificuldades econômicas pelas quais sua família passava.
Foi então obrigado a empregar-se como office-boy da Light, o que lhe permitia vez por outra frequentar as torrinhas do Teatro Municipal, do Teatro Lírico e do São Pedro de Alcântara (atual Teatro João Caetano).
Nesse mesmo ano, ainda sem formação técnica musical, compôs "Cibele", sua primeira opereta.
 A estas seguiram-se "Viva o amor”, iniciada em 1926 e concluída em 1940, na qual estava incluída a valsa "Eu sonhei que tu estavas tão linda" (parceria com Francisco Mattoso) e “Lola".
As referidas operetas não foram encenadas.  
Em 1922, colaborou com o teatro de revista para o qual compôs "Agüenta seu Filipe".
Por volta de 1923, suas qualidades de bom humor e facilidade de inventar piadas lhe transformaram em colaborador da revista "Dom Quixote", que, dirigida por Bastos Tigre, era uma publicação especializada em humorismo, sátiras e críticas aos costumes da época. 
No ano seguinte, passou a escrever em "Paratodos" e "Shimmy", usando os pseudônimos de Frei Caneca, Poeta Cinzento, T. Mixto, Janeiro Ramos, entre outros. 
Ainda em 1924, desligou-se da Light, empregando-se na Companhia Internacional de Seguros. Por volta de 1928, para ajudar no orçamento, foi professor de dança nos clubes Tuna Comercial e Ginástico Português.
Em 1963, por ocasião de seu falecimento, o jornal O Globo publicou a seguinte nota: "Lamartine Babo, cuja morte surpreendeu sua família, pois ocorreu subitamente, quando ele experimentava sensíveis melhoras, teve ontem enterro concorridíssimo, no Cemitério de São Francisco Xavier.
Praticamente todos os nomes da chamada velha guarda musical estiveram presentes, sendo incalculável o número de populares que foram levar o último adeus ao compositor.
 O caixão estava coberto com a bandeira do América, cumprindo-se assim, o desejo de Lamartine.
Em 1960, quando o clube se sagrou campeão carioca, Lamartine prometeu e desfilou, de carro aberto, vestido de diabo".

Em 1922, com apenas 18 anos, teve sua primeira música apresentada em teatro, na revista "Agüenta Felipe!", de Carlos Bittencourt e Cardoso de Menezes.
Em 1924, abandonou o emprego na Companhia de Seguros passando a viver do teatro musicado.
Sua amizade com Eduardo Souto, compositor e proprietário da Casa Carlos Gomes, que financiava blocos para exibições na Festa da Penha e nas batalhas de confete que antecediam o carnaval, levou-o a sair pela primeira vez num desses blocos, o "Tatu subiu no pau", cantando a marchinha "Não sei dizê", de Eduardo Souto.
 A partir de 1925, começou a compor para os ranchos da época, dentre os quais Recreio das Flores, Africanos, Jardim dos Amores e Ameno Resedá, conquistando algum sucesso com a marchinha "Foi você". 
Em 1926, estreou em São Paulo com a peça "Na penumbra",  feita em  parceria com De Chocolat  e  montada pela Companhia Negra de Revista, espetáculo que contava com a participação de Pixinguinha na direção da orquestra.
Durante a curta temporada, intermediou o encontro de Pixinguinha com o escritor, poeta e musicólogo Mário de Andrade, que estava na época coletando material para a feitura de um livro que teria fundamental importância para a literatura brasileira, "Macunaíma".
No mesmo ano, teve composições incluídas nas revistas "A mascote", de Alfredo Breda e Nelson de Abreu, apresentada no Teatro Carlos Gomes e "Prestes a chegar", de Marques Porto e Luiz Peixoto. 
Em 1927, o barítono Frederico Rocha gravou a sua primeira composição, a marcha "Os calças largas", incluída na revista de mesmo nome, de sua parceria com Freire Júnior e que fez bastante sucesso no carnaval seguinte.
No mesmo ano, incluiu músicas nas revistas "Paulista de Macaé", de Marques Porto e Luiz Peixoto apresentada no Teatro Recreio e na revista "É da pontinha".
Também no mesmo período, escreveu a revista "Ouro a bessa", com Djalma Nunes e Jerônimo Castilho, estreando como revistógrafo.
Esta revista, encenada no Teatro João Caetano, alcançou cem apresentações e nela o compositor lançou a marcha-charleston "Oh! As mulheres".
Em 1928, escreveu a burleta "Este mundo vai mal", que obteve grande sucesso.
No mesmo ano, lançou a marcha "Seu Voronoff" na revista "Não é isso que eu procuro", de Pacheco Filho e Horácio Campos, cantada por Francisco Alves, que, em seguida, a gravou na Odeon.
Ainda nesse ano, compôs com Ary Barroso a marcha-charge "Cachorro quente", editada pela Casa Carlos Wehrs, mas que nunca chegou a ser gravada.
Em 1929, colaborou na revista "Vai haver o diabo", de Alfredo Breda e Jerônimo Castilho, apresentada no Teatro Recreio.
No mesmo ano, estreou no Rádio, cantando com sua voz de falsete, acompanhado ao piano por Ary Barroso, contando piadas e fazendo esquetes na  Rádio Educadora.
Ainda no mesmo ano, passou a apresentar na Rádio Educadora seu próprio programa, o "Horas lamartinescas", no qual apresentava nomes importantes da música popular como Noel Rosa, Marília Batista e Mário Travassos, entre outros.
 Por essa época, colaborou nos jornais Gazeta de Notícias, Correio da Manhã e Diário de Notícias. Também no mesmo ano, Gastão Formenti gravou a toada "Meu Ceará" e a canção "Sonhos de Natal", parcerias com J. Menra e Henrique Vogeler. 
Em 1930, teve três composições gravadas pelo Bando de Tangarás na Parlophon, os sambas "Minha cabrocha"; "Cor de prata" e "Nega", com vocalizações de João de Barro.
No mesmo ano venceu o concurso de músicas carnavalescas da revista "O Cruzeiro", com o samba "Bota o feijão no fogo", gravado em seguida por Januário de Oliveira na Columbia.
Em 1931, gravou seu primeiro disco, com a canção humorística "Canção para inglês ver", de sua autoria.
No mesmo ano, Elisinha Coelho lançou o samba-canção "No rancho fundo", parceria com Ary Barroso. A música inicialmente se chamava "Na grota funda" e os versos eram de J. Carlos. Lamartine gostou da melodia mas achou que esta merecia versos seus. E assim, com a aprovação do parceiro melodista, nasceu o samba-canção "No rancho fundo".
 Também na mesma época, fez versões para fox-trotes como "Dançando com lágrimas nos olhos" (Dancing with tears in my eyes) e "Night and day", de Cole Porter.
Ainda em 1931, ganhou o concurso de carnaval da Casa Edison com a marcha "Bonde errado", gravada por Jaime Vogeler na Odeon. 
Em 1932, gravou na Odeon com Mário Reis o samba "Só dando com uma pedra nela", de sua autoria, grande sucesso no carnaval do ano seguinte.
No mesmo ano, Castro Barbosa gravou a marcha "O teu cabelo não nega", que, segundo o pesquisador José Ramos Tinhorão, seria responsável "pelo primeiro grande escândalo da música popular brasileira: a acusação de plágio feita pelos Irmãos Valença, de Pernambuco, por ocasião do lançamento da marcha 'Mulata' sob o novo título de 'O teu cabelo não nega'. Após processo contra a gravadora, teve que colocar o nome dos Irmãos Valença na coautoria da música que se tornou verdadeiro hino do carnaval carioca.
No mesmo ano, conheceu sucesso também a "Marchinha do amor" gravada em dueto por Francisco Alves e Mário Reis e com o samba "Ao romper da aurora", parceria com Francisco Alves e Ismael Silva, gravado por Mário Reis.
Também no mesmo ano, gravou na Victor a marcha "A.E.I.O.U", parceria com Noel Rosa e a rancheira "Babo...zeira...", de sua autoria.
Também em 1932, foi levada à cena no Teatro Recreio a revista "Com a letra A", dos Irmãos Quintilhiano, baseada em sucessos de sua autoria como "Só dando com uma pedra nela", "Teu cabelo não nega" e "Marchinha do amor".
Em 1933, gravou com Mário Reis as marchas "Ai!...Hein!..." e "Boa bola", parcerias com Paulo Valença e "Linda morena", grande sucesso no carnaval daquele ano.
A marcha "Ai!...Hein!...", também um grande sucesso naquele ano, foi lançada na revista "Traz a nota", de Jerdel Jércolis, pela atriz Aracy Cortes.
No mesmo ano, por recomendação médica, afastou-se do Rio de Janeiro e foi passar uma temporada na estação de águas de Cambuquira em Minas Gerais.
Ainda no mesmo ano, foi contratado com exclusividade pela Rádio Mayrink Veiga, onde permaneceu por quatro anos e onde apresentou programas como "A canção do dia" e "Clube da meia-noite".
 Também em 1933, gravou com Carmen Miranda a marcha "Moleque indigesto" e teve gravada por Gastão Formenti a marcha-rancho "Bem-te-vi".
Ainda no mesmo ano, conheceu sucesso com a marcha junina "Chegou a hora da fogueira", gravada em dueto por Carmen Miranda e Mário Reis.
No mesmo período, Carlos Bittencourt e Nelson de Abreu escreveram a revista "Linda morena", com músicas suas, apresentada no Teatro Recreio.
Ainda em 1933, compôs a marcha "Uma andorinha não faz verão", parceria com João de Barro, que se tornou sucesso na voz de Mário Reis.
Em 1934, gravou com Carmen Miranda a marcha "Dois a dois".
No mesmo ano, teve diversas marchas gravadas por diferentes intérpretes: a mesma Carmen Miranda gravou "Marchinha nupcial"; Mário Reis gravou, com grande sucesso, "Ride palhaço", marcha inspirada em motivo da ópera I Pagliacci de Ruggiero Leoncavallo; Almirante, "Menina oxigenada", parceria com Hervê Cordovil e "História...do Brasil..." e o Bando da Lua, "Bis...", parceria com Assis Valente.
Ainda no mesmo ano, gravou com Carmen Miranda, as marchas " O.K. ...", de Jurandir Santos e "Eu também", de sua autoria, e teve a marcha "E foi assim...", parceria com Alcyr Pires Vermelho, gravada por Patrício Teixeira.
Nesse mesmo ano, os autores Marques Porto e Paulo Orlando escreveram a comédia carnavalesca "Ri...de palhaço", apresentada no Teatro Carlos Gomes, com Sílvio Caldas interpretando, com acompanhamento do pianista Nonô, sua marcha que deu nome a revista. Em 1935, Mário Reis gravou o samba "Parei contigo!", e três marchas "Nada além"; "Idem" e "Moreninha da Tijuca ou Paquetá", de sua autoria.
No mesmo ano, gravou o pot-pourri "Rapsódia lamartinesca", montagem feita a partir de trechos de diversas músicas de carnaval, com participação do "coro lamartinesco" composto por Murilo Caldas, irmão de Sílvio Caldas, Almirante e Cecília Miranda, irmã de Carmen Miranda. Com Barbosa Júnior, gravou a marcha "Antônio por favor", parceria com José Maria de Abreu. Também no mesmo ano, Francisco Alves gravou as marchas "Moreninha sweepstake", parceria com Hervê Cordovil, “A melhor das três", parceria com Alcyr Pires Vermelho e "Grau dez", parceria com Ary Barroso, um dos grandes sucessos do ano e que se tornou um clássico do carnaval carioca.
 Em 1936, Almirante gravou, de sua parceria com Paulo Barbosa, a "Marchinha do grande galo" e Orlando Silva, numa inédita e única dupla com Gaúcho, da dupla Joel e Gaúcho, a marcha "Menina dos meus olhos", parceria com Noel Rosa.
No mesmo ano, gravou com Almirante as marchas "Esquina do pecado", de Francisco Matoso e "As armas e os barões", de Alberto Ribeiro e, sozinho, gravou a marcha "Janete", de sua parceria com Assis Valente.
Também no mesmo ano, Francisco Alves gravou a marcha "Rio", parceria com Hervê Cordovil. Ainda neste ano, participou do filme "Alô,alô, Carnaval", dirigido por Wallace Downey, onde cantava com Almirante a marchinha "As armas e os barões assinalados".
Esse ano praticamente marcou o fim de sua carreira como compositor de marchinhas carnavalescas, passando a voltar sua atenção para a composição de sambas-canção. 
Em 1937, Carlos Galhardo gravou a valsa "Mais uma valsa...mais uma saudade", parceria com José Maria de Abreu e a toada-rumba "Ganga", e Jaime Brito a marcha "Pensão do Catete", parceria com Milton Amaral.
No mesmo, transferiu-se para a Rádio Nacional onde produziu os programas "Vida pitoresca e musical dos compositores" e "Clube dos fantasmas".
Este último programa, que na verdade era o antigo "Clube da meia-noite", acabou saindo do ar devido a problemas com a censura do Estado Novo, pois o DIP, Departamento de Imprensa e Propaganda, descobriu que militantes de esquerda aproveitavam o programa para passar mensagens uns para os outros.
Também no mesmo, conheceu um de seus maiores sucessos, o samba-canção "Serra da boa esperança", composição na qual mostrou a excelência de sua arte, em que letrista e compositor se igualam em bom gosto e artesanato. 
Em 1938, gravou com Aracy de Almeida as marchas "Vaca amarela", parceria com Carlos Neto e "Esquina da sorte", com Hervê Cordovil.
Em 1939, gravou com Almirante a marcha "Tamanho não é documento", de Enéas M. de Assis, com adaptação sua.
No mesmo disco, Almirante gravou sozinho a marcha "Hino do carnaval brasileiro", de sua autoria.
No mesmo ano, Sílvio Caldas gravou o samba "Cessa tudo", parceria com Celso Macedo.
Neste mesmo ano, obteve destaque com o samba "Voltei a cantar" do musical “Joujoux e balangandãs”, que marcou o retorno ao disco do cantor Mário Reis.
Após ausência das gravações por um período de três anos, o cantor voltou ao disco registrando também "Joujoux e balangandãs", marcha também de sua autoria, grande sucesso do espetáculo beneficente de mesmo nome realizado no Rio de Janeiro no ano de 1939, patrocinado pela então primeira-dama, D. Darcy Vargas.
 A composição mostra um diálogo musical entre um brasileiro e uma francesa, vividos no palco e no disco por Mário Reis e Mariah (pseudônimo da senhora da alta sociedade da época, Maria Clara Correia de Araújo). 
Em 1941, Orlando Silva gravou o fox-blue "Perdão amor".
No mesmo ano, Francisco Alves gravou na Odeon a valsa "Eu sonhei que tu estavas tão linda", composta dois anos antes e que o autor pretendia incluir numa opereta inacabada intitulada "Viva o amor".  A melodia da valsa é de Francisco Mattoso.
Em 1942, criou com Héber Bóscoli e Iara Sales, o "Trio de Ossos", que passou a apresentar o programa "Trem da alegria", um dos mais famosos do rádio brasileiro.
No mesmo ano, Morais Neto gravou sua valsa "Alma dos violinos", parceria com Alcyr Pires Vermelho.
No ano seguinte, o programa "Trem da alegria" passou a ser apresentado na Rádio Mayrink Veiga.
Em 1945, lançou no programa "Trem da alegria", na proporção de um por semana, os hinos de 11 clubes de futebol da cidade do Rio de Janeiro, incluindo as grandes agremiações, como o América, time de seu coração, Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco da Gama.
O programa "Trem da alegria" foi apresentado ainda nas Rádios Globo, Tupi, Mundial e novamente Mayrink Veiga.
Em 1955, o programa saiu do ar devido à morte de Heber Bóscoli.
No mesmo ano, abandonou o rádio e passou a dedicar-se à UBC, da qual foi diretor desde a fundação da mesma, além de presidente, secretário e tesoureiro em três gestões.
Ainda no mesmo ano, saiu pela Sinter o LP "Carnaval de Lamartine Babo", com 14 composições de seu repertório, incluindo clássicos como "O teu cabelo não nega", "Grau dez", "Linda morena" e a "Marchinha do grande galo". 
Em 1956, lançou também pela Sinter o LP "Noites de junho de Lamartine Babo" com composições de seu repertório de músicas de meio de ano. No mesmo ano, foi homenageado por Dircinha Batista no programa "Galeria musical Sanbra".
Retornou ainda ao Rádio na Roquete Pinto, emissora oficial do então Estado da Guanabara.
 Sua carreira no Rádio incluiu ainda, entre outros, os programas "Três mosqueteiros da garoa"; "Clube do toca-disco"; "Chute musical"; "Confete sonoro" e "Assustados carnavalescos". Produziu programas para a televisão, foi produtor da Copacabana Discos e publicou livros humorísticos e alguns versos. 
Em 1958, teve o samba "Xamego" e a marcha-rancho "Os Rouxinóis" lançados pela cantora e atriz Aracy Cortes na revista "Bom mesmo é mulher", de J. Maia, Max Nunes e Meira Guimarães. Segundo José Ramos Tinhorão, a marcha-rancho "Os Rouxinóis" foi a "última música de carnaval a transformar-se em sucesso partindo do teatro de revista". Composta a pedido do Rancho Rouxinóis da Ilha de Paquetá, a música obteve sucesso e foi uma das mais executadas no carnaval do ano seguinte.
No mesmo ano, o palhaço de circo Arrelia gravou com a banda de Altamiro Carrilho o LP "Ride palhaço - As músicas de Lamartine Babo". Também no mesmo ano, Aracy de Almeida gravou seu samba "Minha cabrocha" na Polydor.
Em 1960, o cantor Roberto Silva gravou pela Copacabana sua marcha-rancho "Ressurreição dos velhos carnavais".
Em 1963, compôs sua última música, a marcha-rancho "Seja lá o que Deus quiser", gravada por Elizeth Cardoso na Copacabana.
 Nesse mesmo ano, Carlos Machado produziu na boate Golden Room do Copacabana Palace o show "O teu cabelo não nega", baseado na vida do compositor.
Lalá, como era conhecido, assistiu aos ensaios, mas não chegou a ver a montagem do espetáculo. Faleceu dias antes da estreia vitimado por um ataque cardíaco.
Também no mesmo ano, o Rancho Os Rouxinóis lançou o LP "Isto é Lamartine".
Em 1968, sua marcha "Canção para inglês ver" foi regravada pelo conjunto de rock Os Mutantes e pelo maestro Rogério Duprat, que fez novos arranjos.
Em 1981, a Escola de samba carioca Imperatriz Leopoldinense foi campeã do desfile de carnaval com o enredo "O teu cabelo não nega (Só dá Lalá)", em homenagem ao compositor.
Em 1983, Wagner Tiso e César Camargo Mariano regravaram "Serra da boa esperança", em versão instrumental.
No ano seguinte, a composição foi regravada por Eduardo Dusek.  Em 1994, por ocasião dos 90 anos de seu nascimento, o selo Revivendo lançou o CD "O carnaval de Lamartine Babo - Sua história sua glória", com 27 composições de sua autoria cantadas por ele mesmo e por outros intérpretes.
Para o pesquisador Ary Vasconcellos, ele seria um dos cinco maiores compositores brasileiros. Em 2003, o escritor e jornalista R. C. Albin iniciou os festejos do centenário do compositor com o show "Tra-la-lá - Lalá é cem" com as cantoras Carmélia Alves, Carminha Mascarenhas e Ellen de Lima e o cantor Eduardo Costa.
Apresentados como um pré-réveillon, os dois espetáculos foram levados à cena no Bar do Tom, no Leblon (RJ).
O repertório, além dos clássicos do compositor, contou com um choro inédito feito por ele por ocasião de seus 50 anos cantado por Carmélia Alves.
Em 2004, estreou no CCBB a série de quatro espetáculos intitulado "Lamartine em revista", com textos e músicas de sua autoria.
Nesse ano, o selo Dabliú discos lançou o CD "E Lalá para cá" editado no Japão em 1997 e somente nessa data lançado no Brasil, no qual a cantora Marcia Salomon intercala obras de Lalá com músicas de Chico Buarque, João Bosco e Caetano Veloso.
 Ainda no mesmo ano, como parte dos festejos pelo seu centenário de seu nascimento, estreou em temporada no Teatro Ipanema com direção, roteiro e apresentação do jornalista R. C. Albin o espetáculo "Trá-lá-lá - Lalá é cem", com as cantoras Carmélia Alves, Carminha Mascarenhas e Ellen de Lima e o cantor Márcio Gomes.
Também em 2004, teve as marchas "A tua vida é um segredo", "Verbo amar", "Parei contigo", "Tarde na serra", "Eu queria um retratinho de você" e "O sol nasceu para todos", as duas últimas em parceria com Noel Rosa, foram incluídas na caixa de três CDs "Um cantor moderno" lançada pela BMG com a obra do cantor Mário Reis.
Nessa mesma coletânea, aparece cantando em dueto com Mário Reis nas marchas "Boa bola", "Linda morena" e "Aí, hem!", de sua autoria.
Em 2005, foi homenageado no espetáculo "Lamartiníadas" no qual sua obra foi revisitada pelos cantores Alfredo Del-Penho, Pedro Paulo Malta e Pedro Miranda em espetáculo produzido por Henrique Cazes e apresentado no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, e que resultou em um CD homônimo no qual estão presentes obras como "História do Brasil", "Isto é lá com Santo Antônio" e "Minha cabrocha".
Em 2010, foi homenageado pelo teatrólogo Antunes Filho com o espetáculo musical "Lamartine Babo", primeiro texto teatral escrito pelo diretor e encenado no Sesc Consolação em São Paulo, dentro da "trilogia carioca" montada pelo teatrólogo.
Ainda em 2010, seu samba-canção "No rancho fundo", com Ary Barroso, foi gravado, em dueto de acordeom e violão, por Dominguinhos e Yamandu Costa, no CD "Lado B", do selo Biscoito Fino.
Em 2011, foi lançado pelo selo Discobertas em convênio com o ICCA - Instituto Cultural Cravo Albin a caixa "100 anos de música popular brasileira" com a reedição em 4 CDs duplos dos oito LPs lançados com as gravações dos programas realizados pelo radialista e produtor Ricardo Cravo Albin na Rádio MEC em 1974 e 1975. No volume 3 estão incluídas suas marchas carnavalescas "O teu cabelo não nega", com os Irmãos Valença, e "Rasguei a minha fantasia" na interpretação de Gilberto Milfont e As Gatas; "Linda morena" na gravação so grupo vocal As Gatas, e "Grau dez", com Ary Barroso, na interpretação de Zezé Gonzaga.
Em 2012, foi homenageado pela cantora Nina Becker no espetáculo "Oh Nina!" música título do próprio compositor. No espetáculo apresentado em São Paulo e no OI Futuro, em Ipanema, no Rio de Janeiro, a cantora interpretou ainda "Joujoux e balangandãs", "Rancho fundo", com Ary Barroso, "Dia de jejum" e "Oh, as mulheres", entre outras.
Em 2014, foi lançada a terceira edição de sua biografia, "Trá-lá-lá, Lamartine", de autoria de Suetônio Valença, editado pela Funarte, em 1981. Nessa terceira edição, revista e ampliada a partir de material de pesquisa entregue pelo autor do livro à sua então mulher, a escritora Raquel Valença. A revisão contou com as colaborações do músico Pedro Paulo Malta, na edição, e Alexandre Medeiros na atualização da musicografia e discografia.
Em 2015, foi homenageado na ABL (Academia Brasileira de Letras) com o espetáculo "Lamartiníadas: Lamrtine Babo e o espírito musical do Rio" produzido e apresentado por Ricardo Cravo Albin dentro da série "MPB na ABL". No espetáculo, que contou com as participações dos cantores Alfredo-Del Penho, Pedro Miranda e Pedro Pauilo Malta, e dos músicos Dirceu Leite, nos sopros; Henrique Cazes, no cavaquinho; Luís Felipe de Lima, no violão sete cordas, e Oscar Bolão, na bateria, com direção musical de Luís Felipe de Lima, foram interpretadas as seguintes obras lamartinescas: "Serra da Boa esperança", "Minha Cabrocha", "Canção para inglês ver", "Isto é lá com Santo Antônio", "Chegou a Hora da Fogueira", "Hino do Carnaval Brasileiro" e "História do Brasil", todas dele, além de "Cantores do Rádio", com Alberto Ribeiro e João de Barro, "A.B. Surdo", com Noel rosa, "No Rancho Fundo", com Ary Barroso; "Eu Sonhei que Tu Estavas Tão Linda", com Francisco Mattoso, e "O Teu Cabelo Não Nega", com os Irmãos Valença.


Obras:
A bandeirante (c/ Henrique Vogeler e J.M.Pereira)
A capixaba (c/ Henrique Vogeler e J.M.Pereira)
A descoberta da América
A melhor das três (c/ Alcyr Pires Vermelho)
A tal
A tua vida é um segredo
A vida é um inferno onde as mulheres são os demônios (c/ Zeca Ivo)
A vida é uma ginástica
A-B-surdo (c/ Noel Rosa)
A-E-I-O-U (c/ Noel Rosa)
Adeus, ano velho
Ai, Chiquinha (c/ Pedro Cabral)
Aí, hein? (c/ Paulo Valença)
Alaíde
Alma dos violinos (c/ Alcyr Pires Vermellho)
Alô, alô, carnaval (c/ Hervé Cordovil)
Alto-falante
Amazonas (c/ Henrique Vogeler e J.M.Pereira)
Amor de mulato (c/ Ary Barroso)
Amor na Penha (c/ João Rossi)
Antonio, por favor (c/ José Maria de Abreu)
Ao romper da aurora (c/ Francisco Alves e Ismael Silva)
Argos (c/ S.Pereira)
As cinco estações do ano
Avante, Paraná (c/ J.Agner)
Babo...zeira...
Baiana do meu coração (c/ Moacir Araújo)
Beijos à beça (c/ A.R.Jesus)
Bem-te-vi
Besos (c/ J.Robledo e O.Uchoa)
Bis... (c/ Assis Valente)
Boa bola (c/ Paulo Valença)
Bonde errado
Bota o feijão no fogo
Cachorro-quente (c/ Ary Barroso)
Cadenciam (c/ Nássara)
Café pra um (c/ Augusto Vasseur)
Cai n’água (c/ Lírio Panicali)
Canção apaixonada (c/ Alcyr Pires Vermelho)
Canção da noite (c/ Pedro de Sá Pereira)
Canção para inglês ver
Cantores do rádio (c/ Alberto Ribeiro e João de Barro)
Carioca-repórter
Cariocadas (c/ Hekel Tavares)
Cessa tudo (c/ Celso Macedo)
Chapeuzinho vermelho (c/ Pedro Cabral)
Chegou a hora da fogueira
Chora
Chora... chora
Chuva de rosas (c/ Pedro Cabral)
Cinqüenta por cento
Cinzas (c/ Augusto Vasseur)
Como é gostoso amar (c/ Glauco Viana)
Comprei uma fantasia de pierrô (c/ Alberto Ribeiro)
Cor de prata
Coração de mãe (c/ D.A Ferreira)
Cresça e apareça (c/ L.N.Meneses)
Cuidado com ela (c/ Pedro Cabral)
Cutuca, Maroca (c/ D.Guimarães)
De ... cadência de pierrô (c/ Alcyr Pires Vermelho)
Deixe a velhinha...
Devaneios (c/ Carlos Rodrigues)
Dia de jejum (c/ Lyrio Panicali)
Didi (c/ Henrique Vogeler e J.M.Pereira)
Diga ( c/ Gonçalves de Oliveira)
Dois a dois
Dona boa
E o samba continua (c/ Ary Barroso)
E... elas voltaram (c/ Roberto Roberti)
E... foi assim... (c/ Alcyr Pires Vermelho)
Elas querem carinhos (c/ Augusto Vasseur)
Elza (c/ A F. Conceição e Xavier Pinheiro)
Em Santa Catarina tudo é flor (c/ Henrique Vogeler e J.M. Pereira)
Em ti está minha esperança (c/ A. Guedes)
En avant (c/ Moacir Araújo)
Encantos (c/ Augusto Vasseur)
Entra nas palombetas (c/ Osvaldo C. de Meneses)
Escarava do amor (c/ Carolina C.de Meneses)
Esquina da sorte (c/ Hervé Cordovil)
Essa velha tem malícia (c/ Pedro Cabral)
Este mundo vai mal
Estranha coincidência
Eterna prontidão (c/ Antonio Viana)
Eu não sei por que é (c/ F.Fonseca Costa)
Eu queria ser ioiô (c/ João de Barro)
Eu queria um retratinho de você (c/ Noel Rosa)
Eu quero casar
Eu quero um homem bem vestido (c/ J.F.Fonseca)
Eu sonhei que tu estavas tão linda (c/ Francisco Mattoso)
Eu sou assanhado (c/ L.N.Sampaio)
Eu também...
Feijoada (c/ Henrique Vogeler)
Flamengo (c/ Duduca)
Foi você (c/ Pedro Cabral)
Fruta do Pará (c/ Henrique Vogeler e J.M.Pereira)
Gandaia (c/ Sátiro de Almeida)
Ganga
Gauchinha
Gegê, seu Getúlio
Gemer no violão
Grau dez (c/ Ary Barroso)
Guanabara (c/ Henrique Vogeler e J.M.Pereira)
Helena de Azambuja (c/ A. R. de Jesus)
Hino do carnaval brasileiro
História do Brasil
Incerteza (c/ Pedro Cabral)
Infelizmente (c/ Ari Pavão)
Inveja (c/ Martinez Grau e D. Alonso)
Isto é lá com Santo Antônio
Já tirei meu chapéu
Jaú chegou (c/ Freitinhas)
Jeannette (c/ Assis Valente)
Joaquina (Me espera lá na esquina) (c/ Pedro Cabral)
Josefina (c/ Hekel Tavares)
Joujoux et balangandãs
Juraci (c/ Vantuil de Carvalho e Domingos Carvalho)
La canga (c/ Héber de Bôscoli)
Lágrimas ocultas (c/ A Miniutti)
Linda morena
Lola
Loura (c/ Alcyr Pires Vermelho)
Luar cor de prata
Mais uma valsa... mais uma saudade (c/ José Maria de Abreu)
Maranhão, terra poética (c/ Henrique Vogeler e J.M.Pereira)
Marcha do América
Marcha do Bangu
Marcha do Bonsucesso
Marcha do Botafogo
Marcha do Canto do Rio
Marcha do Flamengo
Marcha do Fluminense (c/ Lírio Panicali)
Marcha do Madureira
Marcha do Olaria
Marcha do São Cristóvão
Marcha do scratch brasileiro
Marcha do Vasco
Marcha pro Oriente (c/ Ataulfo Alves)
Marchinha do amor
Marchinha do Grande Galo (c/ Paulo Barbosa)
Marchinha nupcial
Maria dos Anjos
Mariana (c/ Bonfíglio de Oliveira)
Menina das lojas
Menina dos meus olhos (c/ Noel Rosa)
Menina oxygenée (c/ Hervé Cordovil)
Meu carnaval do passado
Meu Ceará (c/ Henrique Vogeler e J.M.Pereira)
Meu sabiá (c/ Bonfíglio de Oliveira)
Meu sonho (com Augusto Vasseur)
Mineirinha (c/ Henrique Vogeler e J.M.Pereira)
Minha cabrocha
Minha companhia é a colombina (c/ Moacir Araújo)
Minha palmeira triste (c/ Ary Barroso)
Miss Brasil (c/Augusto Vasseur)
Miss Brasil (c/ Aristeu Mota)
Miss brasil (c/ Henrique Vogeler e J.M. Pereira)
Mistérios (c/Augusto Vasseur)
Moleque indigesto
Moreninha do sweepstake (c/ Hervé Cordovil)
Mulher boa (c/ L.N. Sampaio)
Mulher sublime (c/ Donga)
Mulher, veneno divino (c/ Augusto Vasseur)
Na terra do bom tempero (c/ Henrique Vogeler e J.M.Pereira)
Na virada da montanha (c/ Ary Barroso)
Nada além
Não sei se te amo ainda (c/ Pedro Cabral)
Não te quero mais (c/Juan Bauer)
Nega (c/ Noel Rosa)
No rancho fundo (c/ Ary Barroso)
Noite de amor (c/ J. Ramen)
Noites de amor (c/ F. Franco)
Noites de gala (c/ Alcyr Pires Vermelho)
Noites de junho
Noivando (c/ Pedro Cabral)
Nós dois (c/ Lírio Panicali)
Nunca, jamais
O barbado foi-se
O campeão de xadrez (c/ J.Machado)
O canteiro da saudade (c/ Homero Dornelas)
O ciúme é que te mata (c/ Osvaldo C. de Meneses)
O meu penar (c/ Pedro Cabral)
O rapaz da minha rua (c/ Roberto Martins)
O sol nasceu para todos
O toque de Assuero (c/ L.N.Sampaio)
O V da vitória
Oh! as mulheres (c/ Lírio Panicali)
Oh! linda praia de amor (c/ Henrique Vogeler e J.M.Pereira)
Oh! Nina (c/ Ary Barroso)
Olga (c/ E.Donato e F. Bastardi)
Olha a cara dela (c/ Josué de Barros)
Olhar de Maria (c/ Viúva Guerreiro)
Onde você está morando? (c/ A. Dermeval)
Ontem à tarde
Os calças-largas (c/ Francisco G. de Oliveira)
Os moços de hoje (c/ J. Machado)
Os rouxinóis
Ouro à beça
Paisagem de minha terra
Paisagens (c/ Lírio Panicali)
Paisagens de São Lourenço
Palmeira triste (c/ Ary Barroso)
Papá Noel (c/ Augusto Vasseur)
Papai não deixa
Para ti (c/ Augusto Vasseur)
Paraíba (c/ Henrique Vogeler e J.M.Pereira)
Parei contigo
Passarinho... passarinho
Pensão do Catete (c/ Milton Amaral)
Perdão, amor
Perfil de gaúcha (c/ Henrique Vogeler e J.M.Pereira)
Pistolões
Plumas (c/ A. Mota)
Praga fotográfica
Praia dos namorados (c/ Carolina Cardoso de Meneses)
Qual delas? (c/ Carlos de La Riestra)
Quando me beijas (c/ Pedro Cabral)
Quando o Jaú chegar (c/ J.L.Moraes)
Que pequena levada (c/ Freitinhas)
Raios de um olhar
Rapsódia em rés maiores
Rapsódia lamartinesa nº 2
Rasguei a minha fantasia
Recordações (c/ A. Mota)
Ressurreição dos velhos carnavais
Ride palhaço
Rio (c/ Hervé Cordovil)
Risos (c/ Augusto Vasseur)
Roda de fogo (c/ Alcyr Pires Vermelho)
Rosinha
Saias curtas (c/ Lírio Panicali)
Santo Antônio (c/ B. Quadros)
São Paulo (c/ Freitinhas)
Seja lá o que Deus quiser
Sempre
Senhorita Carnaval
Sergipe, apelido do amor (c/ Henrique Vogeler)
Serra da Boa Esperança
Seu Abóbora (c/ Hervé Cordovil)
Seu Goiás (c/ Henrique Vogeler e J.M.Pereira)
Seu Voronoff (c/ João Rossi)
Só dando com uma pedra nela
Só nós dois no salão e esta valsa
Sonhando (c/ J.Siqueira)
Sonhei com Noel (c/ Marques Júnior e Roberto Roberti)
Sonhei contigo (c/ G. Viotti)
Sonho brasileiro (c/ Bonfíglio de Oliveira)
Sonho egípcio (c/ Augusto Vasseur)
Sonhos de Natal (c/ Henrique Vogeler e J.M.Pereira)
Sonhos de Rinetti (c/ Jonas Aragão)
Suspiros (c/ Pedro Cabral)
Tamanho não é documento (c/ Enéias)
Também quero, Charleston (c/ Pedro Cabral)
Tarde na serra
Tem gente olhando (c/ Tuiú)
Terra fluminense (c/ Henrique Vogeler e J.M.Pereira)
Teu cabelo não nega (c/ Irmãos Valença)
Teus olhos castanhos (c/ Bonfíglio de Oliveira)
Toada alagoana (c/ Henrique Vogeler e J. M.Pereira)
Três de abril
Trinca de ases (c/ S.G.Pessoa)
Tristeza havaiana (c/ Fiurinha)
Uma andorinha não faz verão (c/ João de Barro)
Uma família radiante
Uma tarde em New York
Uma valsa azul (c/ José Maria de Abreu)
União de almas (c/ Osvaldo C.de Meneses)
Vaca amarela (c/ Carlos Neto)
Valsa da formatura (c/ José Maria de Abreu)
Valsa do amor (c/ Amaral Júnior)
Valsa do calendário (c/ Roberto Martins)
Verbo amar
Você quer é carinho (c/ F.de Almeida Rodrigues)
Volta, samba (c/ Roberto Martins)
Voltei a cantar
Vou pro Piauí (c/ Henrique Vogeler e J.M.Pereira)
Zeca Ivo


Discografia:
(2004) De Lalá para cá • Dabliú iscos • CD
(1999) Lamartine como nunca - • CD
(1997) De Lalá para cá • CD
(1994) Carnaval de Lamartine Babo • Revivendo • CD
(1980) Babando Lamartine • LP
(1963) Isto é Lamartine - • Copacabana • LP
(1958) Ride palhaço • As músicas de Lamartine Babo - Arrelia e Banda de Altamiro Carrilho • LP
(1956) Noites de junho de Lamartine Babo • Sinter • LP
(1955) Carnaval de Lamartine Babo • Sinter • LP
(1939) Tamanho não é documento • Odeon • 78
(1938) Vaca amarela/Esquina da sorte • Victor • 78
(1937) Gauchinha(Com Sílvio de Alcântara)/Já tirei meu chapéu (Com Silvino Neto) • Columbia • 78
(1936) Esquina do pecado/As armas e os barões • Victor • 78
(1936) Janete • Victor • 78
(1935) Rapsódia lamartinesca/Senhorita carnaval • Victor • 78
(1935) Puxa cordão/Antônio por favor • Victor • 78
(1934) Dois a dois (2x2) • Victor • 78
(1934) Dá cá o pé...loura/Deixa a velhinha... • Victor • 78
(1934) O .K. .../Eu também • Victor • 78
(1933) Ai!...Hein!.../Boa bola • Victor • 78
(1933) Infelizmente/É um xuxu • Victor • 78
(1933) Linda morena • Victor • 78
(1933) Moleque indigesto • Victor • 78
(1933) Lola/As cinco estações do ano • Victor • 78
(1932) Só dando com uma pedra nela • Odeon • 78
(1932) A .E. I . O . U/Babo...zeira • Victor • 78
(1932) Maria da Luz (Assobiando no escuro)/Erupção • Columbia • 78
(1932) As três palavrinhas/Menina que tem uma pose • Columbia • 78
(1932) Uma família radiante (I)/Uma família radiante (II) • Victor • 78
(1931) Canção para inglês ver • Odeon • 78

Bibliografia Crítica:

ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
ALBIN, Ricardo Cravo. O livro de ouro da MPB. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010.
AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.
CABRAL, Sérgio. No tempo de Ary Barroso. Rio de Janeiro: Editora Lumiar, 1993.
CARDOSO, Sylvio Tullio. Dicionário Biográfico da música Popular. Rio de Janeiro: Edição do autor, 1965.
EPAMINONDAS, Antônio. Brasil brasileirinho. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro, 1982.
LUNA, Paulo - No compasso da bola. Rio de Janeiro, Irmãos Vitale, 2011.
MARCONDES, Marcos Antônio. (ED). Enciclopédia da Música popular brasileira: erudita, folclórica e popular. 2. ed. São Paulo: Art Editora/Publifolha, 1999.
REPPOLHO. Dicionário Ilustrado de Ritmos & Instrumentos de Percussão. Rio de Janeiro: GJS Editora, 2012. 2ª ed. Idem, 2013.
SEVERIANO, Jairo e MELLO, Zuza Homem de. A canção no tempo. Volume 1. São Paulo: Editora 34, 1999.
TINHORÃO, José Ramos. Música popular - teatro e cinema. Petrópolis: Vozes, 1972.
VALENÇA, Suetônio. Trá-lá-lá, Lamartine. Rio de Janeiro: Funarte, 1981.
VASCONCELOS, Ary. Panorama da música popular brasileira.