domingo, 10 de dezembro de 2017

Morreu a grande atriz Eva Todor (1919-2017)



Morre aos 98 anos a atriz Eva Todor
Ela sofria de Mal de Parkinson e morreu em decorrência de uma pneumonia.

Morreu em casa às 8h50 deste domingo (10) a atriz Eva Todor, aos 98 anos. A causa da morte foi pneumonia. A atriz será cremada, e o velório será realizado na segunda-feira (11), das 9h às 11h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Com mais de 80 anos de carreira no teatro e na TV, Eva sofria de Mal de Parkinson e Alzheimer, além de problemas cardíacos, e vivia reclusa em sua casa, na Zona Sul do Rio. Seu último trabalho na TV foi na novela "Salve Jorge", de 2012.
Eva estava em internação domiciliar (home care) desde o dia 9 de setembro deste ano. Antes, a atriz havia sido internada na Casa de Saúde São José, na Zona Sul do Rio. Ela era viúva e não tinha filhos.
Carreira
Antes de ganhar as TVs do país, Eva Fódor Nolding brilhou no teatro nos anos 1930, quando começou a fazer sucesso no teatro. Nessa época adotou Todor, uma versão aportuguesada de seu sobrenome.
A atriz estreou no cinema na década de 60, em “Os Dois Ladrões”, de Carlos Manga, quando atuou ao lado de Oscarito. No ano seguinte, foi contratada pela TV Tupi.
Ao longo da carreira, Eva Todor chegou a fazer papéis dramáticos, mas brilhou mesmo nas comédias, gênero no qual se consagrou. Ela estreou na TV Globo em 1977, na novela Locomotivas, de Cassiano Gabus Mendes.
A partir daí, o nome de Eva Todor passou a ser uma constante na teledramaturgia. Ela fez Coração Alado (1980), Sétimo Sentido (1982), O Outro (1987), Top Model (1989), Brava Gente, Malhação (1995), Hilda Furacão (1998), O Cravo e a Rosa (2000), Sob Nova Direção, A Diarista (2004), América (2005), Casos e Acasos (2008), Caminho das Índias (2009) e Salve Jorge (2012).
Em depoimento ao site Memória Globo, a atriz fez um balanço extremamente positivo da própria carreira:
“Posso ser vaidosa? Pretensiosa? Avalio minha carreira brilhante: longa, sem tropeços, sem desastre, contínua, respeitada, com prestígio aqui e além-mar", disse.
"Estive três vezes com a minha companhia, por conta própria, na Europa. Uma vez eu fiz uma temporada em Lisboa de 11 meses. Levei minha companhia para a África. Tudo o que eu tenho, conquistei com teatro e ajudada pela televisão. Viajei há pouco tempo para a Argentina, e fui numa casa de tango. Quando entrei, recebi uma salva de palmas – só tinha brasileiro", continuou.
"Minha vida foi tranquila, limpa, muito transparente em todos os sentidos. Peço licença para ser pretensiosa, mas podem verificar, podem pesquisar, e vão saber que estou falando a verdade”, destacou Eva.
Da Hungria para o Brasil
Eva era húngara e nasceu em 9 de novembro de 1919. Sua mãe era designer de moda e seu pai era comerciante de tecidos finos. Todos eram muito ligados em arte e, por isso, matricularam a menina, ainda com 4 anos, na Ópera Real da Hungria, onde ela aprendeu a dançar balé clássico.
A família imigrou para o Brasil, fugindo das dificuldades pelas quais passava a Europa pós-guerra. Aqui, Eva continuou as aulas de balé e aos 9 anos já havia se apresentado em espetáculo de dança solo, acompanhada de um pianista, no Teatro Municipal de São Paulo.



segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Doris Monteiro - Doris (1959)

Dóris Monteiro - LP 1970 - Album Completo/Full Album

Dóris Monteiro - LP 1970 - Album Completo/Full Album

1959 - Moacir Franco - Me dá um Dinheiro Ai

Doris Monteiro - LP 1971 - Album Completo/Full Album





Cantora predileta do Dr. Assis Chateaubriand. 
Adelina Dóris Monteiro (Rio de Janeiro, 23 de
outubro de 1934) é uma cantora e atriz brasileira
Em 1949 foi revelada como cantor
a no programa Papel Carbono, de Renato Murce, na
rádio Nacional do Rio de Janeiro. Em 1951 era estudante do Colégio Pedro II,
foi convidada para cantar na rádio Guanabara. Na rádio Tupi ficou durante oito
anos.
Cantou na boate do Copacabana Palace Hotel. Fez
sua primeira gravação
Se você se importasse, em 78rpm. Em 1952 foi
eleita Rainha dos Cadetes, neste ano gravou Fecho meus olhos, vejo você, de
José Maria de Abreu.
Gravou o primeiro long-play em 1954 - Vento
soprando pela gravadora Continental; músicas que se destacaram Graças a Deus
(Fernando César) e Joga a rede no mar (Fernando César/Nazareno de Brito).
Foi uma das estrelas da TV Tupi em 1955,
apresentando um programa que levava seu nome.
Em 1956 grava Mocinho Bonito, de Billy Blanco -
uma das músicas mais marcantes do seu repertório.
Eleita Rainha do Rádio.2002 - Sala Baden Powell -
da série Na hora do chá, da RioArte. 2003 - Centro Cultural Banco do Brasil -
cantou sucessos dos anos 1950.
Uma delas foi Palhaçada de Luiz Reis e Haroldo
Barbosa. 2004 - comemoração dos seus 70 anos - presenteada pelas gravadoras
Universal e EMI com relançamento em compact disc de doze dos seus melhores long-plays.

Ela era lindíssima...ia a praia em frente a
Rua Duvivier e eu morava na esquina da rua com Avenida Atlântica.
Ela deslumbrava os imaginários dos homens e porque
não das mulheres
 – minha mãe tinha ciúmes dela
kkkkkkkkkkkkkk